A abstenção eleitoral em 2022 chegou a 20,9% e mais de 32 milhões não compareceram às urnas.
O percentual supera o registrado em 2018, quando 20,3% do eleitorado deixou de votar. Apesar do aumento, o índice ainda ficou abaixo do recorde registrado em 1998, quando a abstenção chegou a 21,5%.
- 31 de agosto de 2026
- Em: Política
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O percentual supera o registrado em 2018, quando 20,3% do eleitorado deixou de votar.
Apesar do aumento, o índice ainda ficou abaixo do recorde registrado em 1998, quando a abstenção chegou a 21,5%.
Os números mostram uma tendência de crescimento ao longo das últimas eleições.
Em 2006, 16,8% dos eleitores não compareceram. Em 2010, o percentual passou para 18,1% e, quatro anos depois, chegou a 19,4%.
Já em 2018, alcançou 20,3%.
Em números absolutos, a diferença também chama atenção.
Enquanto no primeiro turno de 2018 aproximadamente 29,9 milhões de eleitores não votaram, agora o número ultrapassa 32 milhões.
Entre os estados, os índices apresentaram diferenças significativas. Rondônia registrou abstenção de 24,6%, enquanto Roraima ficou entre os menores percentuais. Em São Paulo, maior colégio eleitoral do país, 21,6% dos eleitores não compareceram.
Já em Minas Gerais, segundo maior eleitorado brasileiro, a abstenção chegou a 22,2%.
Na comparação com 2018, houve aumento da abstenção na maioria dos estados.
As exceções foram Tocantins, Sergipe, Rio de Janeiro, Mato Grosso e Distrito Federal.
Uma das maiores variações ocorreu no Acre: a abstenção passou de 19% em 2018 para 22,3%.
Os dados haviam sido contabilizados quando aproximadamente 98,5% das urnas estavam apuradas.
Fonte : TSE
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